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17 de setembro de 2020
Brasil

Sem eficácia comprovada, Ministério da Saúde quer distribuir ‘kit covid’ com hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde discute distribuir gratuitamente um “kit covid-19” na Farmácia Popular. A ideia é reembolsar os estabelecimentos conveniados todo o valor de sulfato de hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina retirados por pacientes de Covid-19. Embora não haja comprovação da eficácia sobre o uso destes medicamentos contra o novo coronavírus, o tratamento tornou-se aposta do governo Jair Bolsonaro. Como o Estadão revelou, desde julho a Saúde faz estudos sobre a “viabilidade” da inclusão dos produtos no Farmácia Popular. O programa distribui gratuitamente ou com desconto de 90% medicamentos para controle de doenças crônicas, que atingem milhões de brasileiros, como diabetes, hipertensão e asma. Será preciso prescrição médica para retirar o “kit covid”.O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, defende o uso da cloroquina no tratamento da doença. Após dois ministros deixarem a pasta (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) por divergências sobre a aposta no medicamento, coube ao general aprovar nova orientação da Saúde sobre o combate à covid-19, que estimula o uso, desde os primeiros sintomas da doença, de hidroxicloroquina ou cloroquina, associadas ao antibiótico azitromicina. Procurado, o Ministério da Saúde reconheceu que avalia incluir o tratamento no Farmácia Popular. Em nota, a pasta afirma que “a portaria está em estudo”. “Tanto em relação ao valor de financiamento da dotação extraorçamentária, quanto ao acordo tripartite com Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde).”


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14 de setembro de 2020
Brasil

Testes com vacina de Oxford recomeçam hoje (14) no Brasil

A farmacêutica AstraZeneca retoma nesta segunda-feira (14) os testes da vacina contra a covid-19, conhecida como vacina de Oxford, no Brasil. O sinal verde foi dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em testes também em outros países, as vacinações na fase 3 do estudo foram suspensas na última terça-feira (8) devido a uma reação relatada por uma voluntária no Reino Unido. No último sábado (12) especialistas da Anvisa se reuniram para avaliar as informações recebidas da agência reguladora britânica (Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency – MHRA), do Comitê Independente de Segurança do estudo clínico e da empresa patrocinadora do estudo, a AstraZeneca. “Após avaliar os dados do evento adverso, sua causalidade e o conjunto de dados de segurança gerados no estudo, a agência concluiu que a relação benefício/risco se mantém favorável e, por isso, o estudo poderá ser retomado”, disse a agência em comunicado. Na nota, a Anvisa acrescenta que continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas cabíveis para garantir a segurança dos participantes.


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8 de setembro de 2020
Mundo

Rússia libera 1º lote de vacina contra Covid-19 para a população

Foto: Reprodução

A Rússia liberou sua vacina contra a Covid-19 para o público em geral, anunciou o Ministério da Saúde do país nesta terça-feira (08). Segundo o comunicado, de acordo com informações da Revista Veja o primeiro lote de vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, passou nos testes de qualidade e foi liberada para a população civil. O Ministério diz ainda que a entrega de fato dos primeiros lotes está prevista para um futuro próximo, mas não especifica datas. Na sexta-feira (04), o vice-diretor do instituto Gamaleya, Denis Logunov, já havia anunciado que a vacina poderia ser liberada para a população esta semana. Segundo Logunov, existe uma “vasta base de evidências de que a vacina é segura” e que a segurança “foi o principal pré-requisito para seu registro”.

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3 de setembro de 2020
Brasil

Anvisa suspende retenção de receita para ivermectina e nitazoxanida

Foto: Eduardo Valente/ Estadão Conteúdo

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revisou, durante reunião realizada nessa terça-feira (1º), a exigência de retenção de receita para os medicamentos ivermectina e nitazoxanida.  “Neste contexto, verificou-se que os medicamentos Ivermectina e Nitazoxanida, no momento, não se encontram sob ameaça de desabastecimento de mercado. A alteração foi adotada visando garantir o acesso da população ao tratamento de verminoses e parasitoses bastante conhecidas e bem significativas”, diz a agência. De acordo com informações da Agência Brasil, obtidas junto a  Anvisa, a medida faz parte do monitoramento de substâncias sujeitas a controle em virtude da emergência de saúde pública em função da pandemia relacionada ao novo coronavírus (covid-19). “A decisão considera ainda que os dois medicamentos já são de prescrição médica e não vêm sendo utilizados em doenças e pacientes crônicos”. A medida começa a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União.


28 de agosto de 2020
Brasil

Brasil já tem mais de 2,9 milhões de pessoas recuperadas da Covid-19

Foto: REUTERS / Lindsey Wasson

Com 3.717.156 casos confirmados de Covid-19, o Brasil tem 2.908.848 pessoas recuperadas. Outras 690.642 estão em acompanhamento. É o que mostram os números divulgados pelo Ministério da Saúde.  No Brasil, já foram registrados 117.666 óbitos. O Ministério da Saúde anunciou que, na 34ª semana epidemiológica, que foi de 16 a 22 de agosto, o Brasil teve uma redução de 13% nos casos novos de Covid em relação ao período anterior. A média diária de casos notificados na semana 34ª foi de 37.895, contra 43.527 na semana 33ª. Em relação aos municípios, 99,1% já notificaram casos da doença. Do total de casos novos registrados na última semana, 60% foram no interior dos estados. Do total de óbitos, 51% nas regiões metropolitanas e 49% fora das regiões metropolitanas. O Ministério da Saúde reforçou que não há no Brasil, até o momento, nenhum caso confirmado e comprovado de reinfecção por Covid. “Uma segunda infecção pelo vírus Sars-COV-2 é um evento raríssimo que precisa ser investigado com a máxima cautela. Segundo a literatura, somente um caso foi confirmado num laboratório de Hong Kong até o momento”, disse Eduardo Marques Macário, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde.


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11 de agosto de 2020
Notícias

Campanha de vacinação contra sarampo em adultos vai até o final de agosto

Foto: Ilustração

Quem tem entre 20 e 49 anos tem até o dia 31 de agosto para se vacinar na quarta etapa da Mobilização Nacional de Vacinação contra o Sarampo, do Ministério da Saúde. A vacina está disponível em 43 mil postos de saúde de todo o País e é a principal medida de prevenção e controle contra a doença. São mais de 90 milhões de pessoas nesta faixa-etária. Até o dia 15 de julho, apenas 4,2% desse público-alvo havia sido vacinado. Por isso, o ministério alerta sobre os riscos da doença e a importância da imunização. O sarampo é uma doença grave, especialmente para as crianças, e de alta transmissibilidade. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa infectada pode transmitir para até outras 18 pessoas. A disseminação do vírus não precisa de contato direto, pois ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Os sintomas são manchas vermelhas no corpo e febre. A doença pode trazer complicações como pneumonia e infecção de ouvido e, nas crianças, pode causar encefalite e levar a morte. Dados do Ministério da Saúde mostram que, neste ano, até 27 de junho, foram confirmados 5.642 casos de sarampo em 21 estados. Até essa data, o Brasil permanecia com surto de sarampo nas cinco regiões, com 11 estados com circulação ativa do vírus. A vacinação contra o sarampo é uma estratégia para interromper a transmissão e eliminar a circulação do vírus no Brasil. Por isso, mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Saúde orienta as pessoas entre 20 e 49 anos a participarem da mobilização nacional e se vacinarem.


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8 de agosto de 2020
Notícias

Butantan diz ser possível ter vacina para Covid-19 com registro em outubro

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou hoje ser possível ter uma vacina contra a covid-19, doença causada pelo coronavírus, pronta para registro em outubro. Em junho, o Butantan firmou parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para produção e testes avançados de uma vacina. As declarações foram dadas em audiência pública virtual da Câmara dos Deputados para debater o desenvolvimento da imunização. No momento, a vacina está sendo testada em cerca de 9.000 voluntários em seis unidades federativas —São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro— sob a coordenação e o acompanhamento do Butantan. Se a vacina for clinicamente bem-sucedida, o Butantan a submeterá para registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Caso aprovada pela agência, poderá ser distribuída para o SUS (Sistema Único de Saúde) por meio do governo federal. “Poderemos ter (a vacina) a partir agora de outubro. O processo de preparo para a formulação e o envase já se iniciou. Todos os processos de controle de qualidade e validação já se iniciaram. Então, poderemos ter a vacina. A grande pergunta é se estará registrada e aprovada pelo estudo clínico e poderá ser utilizada. Sou muito otimista. Acho que um prazo razoável seria janeiro de 2021 dado o desempenho até o presente momento”, afirmou Covas. Gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Santos afirmou que a agência tem acelerado e flexibilizado processos em meio à pandemia para atender demandas. No caso da vacina, ele disse que há um prazo de 60 dias para a análise do eventual registro após a entrega da documentação necessária por parte do interessado, mas a avaliação será prioridade e deverá acontecer em menos tempo.


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29 de julho de 2020
Mundo

Rússia anuncia que aprovará registro de vacina para Covid-19 já em agosto

Foto: Reprodução

A primeira vacina contra Covid-19 em desenvolvimento na Rússia receberá aprovação regulatória local ainda em agosto, anunciou o governo nesta quarta-feira (29). De acordo com informações do G1, Tatiana Golikova, vice-primeira-ministra da Rússia afirmou que o imunizante em desenvolvimento no Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, em Moscou, tem registro previsto para agosto de 2020 com a condição de “outro ensaio clínico para 1600 pessoas ser realizado” em seguida. “O início da produção está previsto para setembro de 2020”, completou. “Outra vacina foi desenvolvida pelo Centro de Pesquisa Estatal Vector de Rospotrebnadzor, os ensaios clínicos combinados começaram, sua conclusão e o registro estatal estão planejados para setembro. O primeiro lote está previsto para ser produzido em outubro de 2020”, afirmou Golikova. Nove países que desenvolvem vacinas contra a Covid já testam em humanos, mas só três estão na etapa final. Sobre a vacina do Instituto Gamaleya, uma fonte da agência Reuters próxima ao desenvolvimento afirmou que “a aprovação (regulatória) será nas duas primeiras semanas de agosto”. “Dez de agosto é a data esperada, mas seguramente será antes de 15 de agosto. Todos os resultados (experimentais) até agora são altamente positivos”, disse essa fonte.


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21 de julho de 2020
Notícias

Brasil testa nova vacina contra o novo coronavírus

Foto: Reprodução

O Brasil iniciou os testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus. Nove mil voluntários de cinco estados brasileiros e do Distrito Federal vão participar. Os voluntários são profissionais de saúde que trabalham no atendimento a pacientes com Covid-19. Vinte mil doses do medicamento chegaram a São Paulo nesta segunda-feira (20). No início do mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, a iniciar a fase três dos ensaios clínicos para testar a eficácia e a segurança da vacina chamada Coronavac. Este é o segundo teste da vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa. O primeiro foi ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, para prevenir a Covid-19. Se o resultado dos testes for positivo, o Instituto Butantan, que coordena a pesquisa no Brasil, vai receber da Sinovac, até o fim do ano, 60 milhões de doses para distribuição. O Instituto está adaptando uma fábrica para a produção da vacina que poderá começar funcionar no início do próximo ano. A capacidade de fabricação é de cerca de 100 milhões de doses. Os testes serão realizados nos voluntários que trabalham em instalações especializadas em Covid-19, em 12 centros de pesquisas seis unidades da federação: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.


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15 de julho de 2020
Saúde

Universidade de Brasília será polo de teste para vacina contra Covid-19

A Universidade de Brasília (UNB) participa de um ensaio clínico nacional para testar a eficácia da CoronaVac, uma vacina contra o novo coronavírus em humanos. Desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, a vacina está em fase de testes e será aplicada em 9 mil voluntários de todo o País.  Na UnB, a pesquisa é coordenada pelo professor Gustavo Romero, pesquisador do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade, em parceria com o Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do Hospital Universitário de Brasília (HUB). Nossa perspectiva é bastante positiva com este projeto. No momento, estamos trabalhando para viabilizar questões técnicas e científicas. Não descansaremos até termos o primeiro paciente vacinado”, diz Romero.  A CoronaVac é uma vacina inativada aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias. Os resultados apresentados na fase de desenvolvimento foram considerados promissores, resultando na produção de anticorpos neutralizantes em 90% dos participantes que receberam a imunização. “Sabemos que a produção de uma vacina eficaz e segura será a principal medida de saúde pública no combate à pandemia, sobretudo ao considerar a alta taxa de contágio do vírus Sars-CoV2 e a falta de medicamentos comprovadamente eficazes e disponíveis à população”, observa Dayde Mendonça, professora da Faculdade de Ciências da Saúde (FS) e gerente de Ensino e Pesquisa do HUB. Ela integra a equipe que conduzirá os testes no hospital. O ensaio clínico nacional é coordenado pelo Instituto Butantan de São Paulo e foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o professor Romero, a UnB espera incluir aproximadamente 850 participantes voluntários nos testes, sendo eles profissionais de saúde maiores de 18 anos, saudáveis e que não tenham sofrido infecção assintomática ou a doença causada pelo Sars-CoV2, a Covid-19.


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