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7 de julho de 2020
Notícias

Presidente Jair Bolsonaro testa positivo para covid-19

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (7) que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). O resultado do exame realizado ontem (6) saiu nesta terça-feira por volta das 11h. Bolsonaro disse que, depois de um mal-estar, já sente que está bem. Ele informou ainda que está adotando o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina. De acordo com informações da Agência Brasil, Bolsonaro contou que os sintomas tiveram início no domingo (5). “Começou no domingo com uma certa indisposição e se agravou durante a segunda-feira com mal-estar, cansaço, um pouco de dor muscular e a febre no final da tarde chegou a bater 38 graus”, disse em entrevista transmitida pela TV Brasil e outras emissoras. Com o médico da Presidência apontando para possibilidade de contaminação por covid-19, Bolsonaro passou por uma tomografia no Hospital da Forças Armadas, em Brasília, e, segundo ele, os pulmões estavam limpos. “Mas, dados os sintomas, a equipe médica resolveu aplicar a hidroxicloroquina. Eu tomei ontem por volta das 17h o primeiro comprimido. Também a azitromicina, todo aquele composto foi ministrado e confesso, como acordo muito durante a noite, depois da meia-noite consegui sentir alguma melhora. Às 5h, tomei a segunda dose e confesso a vocês que estou perfeitamente bem”, disse. Para ele, o pronto atendimento médico e a forma como administraram essas medicações levaram à rápida melhora. “Reforço aqui o que os médicos têm dito, que [com] a hidroxicloroquina na fase inicial a chance de sucesso chega a quase 100%”, disse. Bolsonaro sempre defendeu esse protocolo, do uso de hidroxicloroquina na fase inicial de sintomas. Assim como essa droga, outros medicamentos vem sendo testados, mas ainda não há remédio ou vacina com eficácia comprovada contra a covid-19.


1 de julho de 2020
Saúde

Vacina contra Covid-19 pode começar a ser produzida em dezembro no RJ

A expectativa é que em dezembro deste ano  a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) possa começar a produzir a vacina contra a Covid-19. O medicamento está sendo desenvolvida no laboratório de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, em parceria com a Universidade de Oxford. De acordo com informações do G1, após a produção, ainda seriam necessárias etapas de registro e validação, antes de uma possível distribuição, ainda sem data definida. A vacina em produção pela Fiocruz está entre as mais promissoras entre as mais de 140 que estão sendo testadas pelo mundo. O acordo com a universidade foi anunciado no sábado (27) pelo Ministério da Saúde. O acordo prevê a transferência da tecnologia da Universidade de Oxford para a Fiocruz, que vai poder produzir a vacina. No primeiro momento, a Fiocruz vai trabalhar no processo de finalização da vacina. Ou seja, ela vai receber a tecnologia e os insumos para produção das doses. Mas, a ideia é que a instituição passe a dominar todas as cadeias de produção no Brasil. Depois de ser testada em animais, a produção da vacina passa por três fases. Primeiro, ela começa a ser testada em um pequeno grupo até chegar a um grande número de pessoas. Pelo acordo, serão produzidas 30 milhões de doses na Fiocruz. Elas só serão distribuídas e aplicadas se ficar comprovada a eficácia da imunização contra a Covid-19. A prioridade serão os grupos de risco, como idosos e portadores de doenças crônicas, além dos profissionais da Saúde


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29 de junho de 2020
Saúde

Brasil anuncia acordo para produção de vacina contra Covid-19

O Ministério da Saúde anunciou o avanço no acordo de cooperação Brasil – Reino Unido para a produção de vacinas contra a Covid-19 e a transferência de tecnologia para o País. A informação foi dada durante coletiva de imprensa, neste sábado (27), no Palácio do Planalto. De acordo com o secretário-executivo da Saúde, Elcio Franco, o Governo Federal enviou resposta à embaixada Britânica e ao presidente do laboratório AstraZeneca aceitando a proposta de acordo de cooperação no desenvolvimento tecnológico e acesso do Brasil à vacina para Covid-19. Pelo acordo, estão previstas a compra de lotes da vacina e a transferência de tecnologia. Elcio ressaltou que o desenvolvimento da chamada vacina de Oxford está em estado avançado e a vacina se mostra como uma das mais promissoras do mundo. “Isso coloca o Brasil numa situação de liderança mundial contra essa pandemia”, afirmou. Ele explicou também que a transferência de tecnologia vai além do reconhecimento mundial brasileiro, pois possibilita a autonomia do País na produção. “Com a transferência da tecnologia teremos autonomia na produção”.  Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é de que as primeiras doses sejam disponibilizadas em dezembro deste ano e janeiro de 2021. A pasta explicou que, por essa razão, o acordo é dividido em duas fases. O ministério assumiu o risco da compra dessas primeiras doses (30 milhões de doses) mesmo sem demonstrada a eficácia. “O risco é necessário por conta do momento que vivemos e da urgência que temos da retomada de crescimento do País e de segurança pública”.  Assim, a segunda fase do acordo prevê a encomenda de mais lotes (70 milhões de doses), no entanto isso vai depender da comprovação da eficácia e segurança da vacina para a população brasileira. Momento em que será disponibilizado para todo o País, priorizando os grupos de risco – idosos e pessoas com comorbidades, como problemas no coração, diabetes, obesidade e outras doenças.  A vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, sendo uma das mais promissoras no mundo. No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), fundação do Ministério da Saúde.


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26 de junho de 2020
Saúde

Dia do Diabetes reforça importância de hábitos saudáveis na pandemia

Foto: Agência Brasil

O Dia Nacional do Diabetes, lembrado nesta sexta-feira (26), reforça a importância de hábitos saudáveis em tempos de pandemia. As informações de óbitos de pessoas com associação de covid-19 e diabetes demonstram desafios importantes para a população e para profissionais de saúde. De acordo com dados relativos à cidade de são Paulo desta semana, o diabetes mellitus está entre os principais fatores de risco (43,1% dos óbitos) associados à mortalidade pela doença, ficando atrás apenas de cardiopatias (58% dos óbitos). No município, estima-se que 7,4% da população com mais de 18 anos possui diagnóstico de diabetes, segundo o Inquérito de Saúde da cidade de São Paulo de 2015. As pessoas com diabetes, assim como os que possuem hipertensão, neoplasias, obesidade, doenças cardiovasculares e pulmonares, em geral, possuem fatores de risco em comum: tabagismo, atividade física insuficiente, uso nocivo do álcool e alimentação não saudável, dentre outros. Adotar hábitos de vida saudáveis e de autocuidado é necessário e evita muitas das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como o diabetes, alerta o Programa Cuidando de Todos, da Secretaria Municipal da Saúde, liderado pela área técnica de DCNT da Atenção Primária à Saúde. Determinados fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento do diabetes: pré-diabetes, pressão alta, colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue e sobrepeso – principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura. Também é preciso estar atento a doenças renais crônicas; mulheres que deram à luz criança com mais de 4 quilos; diabetes gestacional; síndrome de ovários policísticos; diagnóstico de distúrbios psiquiátricos; apneia do sono; uso de medicamentos da classe dos glicocorticoide e pais, irmãos ou parentes próximos com diabetes.


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22 de maio de 2020
Saúde

Brasil supera 20 mil mortes por Covid-19

O Brasil alcançou, nesta quinta-feira, a triste marca de 20.047 pessoas que perderam a vida pela covid-19 (com um recorde de 1.188 mortes registradas em 24 horas). De acordo com informações do El País, o Ministério da Saúde investiga, até o momento, outros 3.534 mil óbitos suspeitos de terem sido provocada pela doença. Há ainda um número ainda mais expressivo que não entrou e não vai entrar nessa conta por questões técnicas e de falta de testes: desde o começo da pandemia, o país registrou outras 11.730 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) —uma condição provocada pela covid-19, mas também por outras doenças—, mas jamais saberá quantas delas foram causadas pelo novo coronavírus. O Ministério da Saúde admite que isso se deve ao fato de esses pacientes não terem sido testados ou de que a amostra não tenha sido colhida de forma correta ou no tempo adequado para a análise. “Como não há, no país, outra epidemia relevante neste momento, certamente grande porcentagens dessas mais de 11.000 mortes são por covid-19”, explica o epidemiologista Antonio Silva Lima Neto, membro do Comitê Científico do Consórcio Nordeste para enfrentamento da pandemia. Outros dados que comparam a síndrome respiratória aguda grave de 2020 com a incidência em anos anteriores ajudam a mostrar a agressividade da covid-19 e reforçam a hipótese de que boa parte dos óbitos deixados fora da conta sejam, na verdade, fruto da pandemia. Em 2020, as internações por esse quadro grave de insuficiência repiratória foram 637% maiores do que no mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no ano de 2019 inteiro morreram cerca de 3.800 por causa da SRAG. Oficialmente, o Brasil contabiliza 310.087 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus, com 18.508 novas notificações em 24 horas. Os dados divulgados pelo ministério nesta quinta-feira apontam a expansão do novo coronavírus pelo interior do território brasileiro.


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21 de maio de 2020
Notícias

Uso da cloroquina dependerá de médico e paciente, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (20) novas orientações sobre o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. As novas diretrizes são para o uso precoce do medicamento, quando o paciente apresentar sintomas leves ou moderados da doença. A prescrição, nesses casos, deverá ficar a critério do médico, além de ser necessária uma declaração do paciente ou de familiares para o uso da medicação. O protocolo começa a valer para todos os pacientes diagnosticados com o novo coronavírus em tratamento na rede púbica de saúde. O governo já distribuiu 2,9 milhões de unidades de fosfato de cloroquina para todo País.  Em suas redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro, explicou que a cloroquina pode ser usada em casos leves, com recomendação médica e autorização do próprio paciente/família. “Ainda não existe comprovação científica, mas sendo monitorada e usada no Brasil e no mundo. Contudo, estamos em guerra: ‘Pior do que ser derrotado é a vergonha de não ter lutado’.”  Segundo o Ministério da Saúde, a nova orientação do Governo Federal quer garantir a igualdade de direitos entre os pacientes da rede pública e privada de saúde. “Há um clamor da sociedade, por meio das instituições médicas, representações populares e parlamentares, pedindo ao Ministério da Saúde uma manifestação formal, uma vez que no Brasil, para brasileiros de uma determinada classe social, há o direito da prescrição médica desses medicamentos; e para uma camada menos favorecida economicamente, há a limitação do acesso a essas medicações”, disse a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro. De acordo com o Ministério da Saúde, estados, municípios e hospitais da rede privada já estabeleceram protocolos próprios de uso da cloroquina e da hidroxicloroquina. Afirmou que há estudos sobre o medicamento, mas que até o momento, não existem evidências científicas robustas que possibilitem a indicação da terapia. Mas indicou que a nova orientação uniformiza a informação para os profissionais da saúde do SUS e que caberá ao médico a decisão de prescrever o remédio com aval do paciente.


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14 de março de 2020
Chapada Diamantina

Médicos participam de expedição inédita na Chapada Diamantina

Um grupo de médicos, de diversas especialidades e de diferentes cidades brasileiras, aceitou um grande desafio, percorrer 50 quilômetros de trilhas, em quatro dias de caminhada, em meio a um cenário exuberante, a Chapada Diamantina – no coração da Bahia. A programação teve inicio na última quinta-feira (12) e vai até o dia 19 de março inclui ainda atendimento de saúde a comunidades carentes ao longo da jornada. Patrocinada pelo Grupo Sabin, a Expedição Médicos S.A é uma ação inédita e que pretende entregar a comunidade ações assistenciais, bem como uma experiência de superação e autoconhecimento para médicos de todo o Brasil. “A Expedição Médicos S.A tem como foco a atenção primária. Os atendimentos serão feitos pelos próprios médicos expedicionários em pontos predeterminados do roteiro”, explica o médico cardiologista e diretor de Relacionamento com o Mercado do Grupo Sabin, Bruno Ganem, também participante da Expedição.


13 de março de 2020
Livramento de Nossa Senhora

LIVRAMENTO: SECRETÁRIO DE SAÚDE CONFIRMA ISOLAMENTO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE CONTAMINAÇÃO POR CORONAVÍRUS

A redação do Informebarra, manteve contato com Secretário de Saúde de Livramento de Nossa Senhora, Gerardo Júnior, na tarde da última quinta-feira (12), para obter informações detalhadas sobre o caso suspeito de contaminação pelo coronavírus. O Secretário  informou que trata- se de um morador de Livramento que viajou a turismo para o exterior. De volta a Livramento, passados alguns dias ele apresentou “tosse seca” e por precaução comunicou o fato diretamente ao Secretário de Saúde. O homem foi aconselhado a ficar em isolamento, uma equipe foi designada até sua residência para coleta de amostras “nasal e de orofaringe”. O material já foi enviado para o Lacen em Salvador e levará em torno de dez dias para obtenção dos resultados. Convém salientar que o livramentense não foi em nenhuma Unidade Saúde, o material foi colhido em sua residência. Segundo o Secretário, esta medida foi tomada para evitar contato com outras pessoas. Por orientação o paciente segue em isolamento domiciliar aguardando resultado dos exames, O Secretário reforça as medidas de prevenção contra o Coronavirus, como, lavar as mãos com água e sabão frequentemente, em especial após tossir, espirrar, usar banheiros e ao frequentar hospitais ou rodoviárias. A Secretaria irá emitir nota para revelar o resultado dos exames.


12 de março de 2020
Saúde

Estudos apontam que o novo coronavírus pode ser transmitido pelas fezes

Em estudo publicado na última quarta-feira (11) na revista especializada Jama e divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, partículas do novo coronavírus apareceram também nas fezes e até no sangue. Conforme a publicação, pesquisadores da China analisaram 1.070 amostras biológicas de 205 pacientes infectados, que, em média, tinham 44 anos de idade. A maioria apresentava febre, tosse seca e fadiga. Eles estavam internados em hospitais nas províncias de Hubei e Shandong e na cidade de Pequim. “É importante ressaltar que o vírus vivo foi detectado nas fezes, o que implica que o Sars-CoV-2 pode ser transmitido pela via fecal. Uma pequena porcentagem de amostras de sangue apresentou resultados positivos no teste de PCR [que amplifica o material genético e identifica a presença do vírus], sugerindo que a infecção às vezes pode ser sistêmica”, escrevem os cientistas.


12 de março de 2020
Saúde

Secretaria de Saúde de Jacobina desmente casos suspeitos de coronavirus no Município

A Secretária de Saúde, de Jacobina, Drª Mariana Valois, esclarece que nenhum Órgão da Secretaria de Saúde foi informado até o momento, sobre nenhum caso de coronavírus e que não houve nenhuma transferência de pacientes com sintomas da doença.  “Se alguém desse entrada em qualquer unidade de saúde da cidade apresentando sintomas do coronavírus a Secretaria de Saúde seria informada de imediato, o que não ocorreu até agora”, afirmou a Secretária. No Brasil, até a manhã desta quinta-feira (12), já foram confirmados 71 casos de  coronavirus, três deles na Bahia, onde já foram registrados casos de contaminação circulante. O ministério da Saúde orienta que os casos suspeitos detectados devem ser comunicados em até 24 horas.