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25 de novembro de 2020
Notícias

Brasil passa de 170 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia

O Brasil passou de 170 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registradas 630 mortes, fazendo com o que o número tenha chegado a 170.115. Até ontem, o sistema marcava 169.183 falecimentos. Ainda há 2.202 mortes em investigação, este dado relativo a ontem (23). De acordo com informações da Agência Brasil, o balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira (24). O órgão divulga a cada dia uma atualização a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde. A pandemia já provocou também a infecção de 6.118.708 pessoas no Brasil desde o primeiro caso, em fevereiro. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 31.100 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema marcava 6.087.608 casos acumulados. Ainda conforme o balanço da pasta, há 472.575 pacientes em acompanhamento. Outras 5.476.018 pessoas já se recuperaram da doença. Em geral, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.


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25 de novembro de 2020
Notícias

Covid-19: 130 milhões de pessoas podem receber vacina de Oxford em 2021

Foto: REUTERS/Dado Ruvic

A vacina contra covid-19 que será produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a farmacêutica Astrazeneca e a Universidade de Oxford deve chegar a 30 milhões de brasileiros a mais em 2021, aumentando o total de pessoas alcançadas no país até o fim do ano que vem para cerca de 130 milhões. O ganho de 30% deve ocorrer porque dados dos testes clínicos divulgados hoje (23) mostram que o protocolo de vacinação mais eficaz inclui uma dose reduzida na primeira aplicação, em vez de uma dose completa. De acordo com informações da Agência Brasil, a Astrazeneca e a Universidade de Oxford anunciaram que o esquema de vacinação que prevê uma dose reduzida e uma dose completa, com um mês de intervalo, obteve eficácia de 90%. Já o protocolo com duas doses completas e o mesmo intervalo atingiu eficácia de 62%. Os dados analisados envolveram 11 mil voluntários, cerca de 2,7 mil com o protocolo mais eficaz e quase 8,9 mil com o protocolo de duas doses completas. Não houve registro de eventos graves relacionados à segurança da vacina e nenhum dos voluntários que recebeu a vacina desenvolveu casos graves da covid-19 ou precisou ser hospitalizado. A partir de acordo com o governo federal, os desenvolvedores da vacina já iniciaram o processo de transferência de tecnologia para que a Fiocruz produza o imunizante no país. No primeiro semestre, a fundação prevê disponibilizar 100 milhões de doses a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, e, no segundo semestre, cerca de 110 milhões de doses serão fabricadas já com IFA produzido na Fiocruz. Krieger explica que a previsão está mantida, e o que deve ocorrer é o fracionamento de doses. Todo esse processo depende da confirmação e publicação dos resultados dos testes em humanos, e do registro do imunizante na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além de produzir a vacina, a Fiocruz também está encarregada de protocolar esse pedido de registro, que tem sido feito de forma parcelada desde outubro, em um processo chamado de submissão contínua.


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20 de novembro de 2020
Saúde

Saúde incorpora remédio para o tratamento da esclerose ao SUS

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasi

Os pacientes que sofrem de esclerose múltipla ganham mais um aliado no combate à doença. O Ministério da Saúde ampliou o uso do natalizumabe no tratamento da esclerose múltipla remitente-recorrente, o que representa 85% dos casos da doença. A decisão foi publicada por meio da Portaria nº 49, em 11 de novembro de 2020. Com isso, o medicamento será ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em até 180 dias. Para avaliar a inclusão do natalizumabe, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) analisou o impacto das mudanças na qualidade de vida dos pacientes, assim como a relação custo-efetividade obtida por meio da comparação entre os medicamentos ofertados pelo SUS. A esclerose múltipla é uma doença que atinge principalmente adultos jovens, na faixa etária entre 20 e 50 anos, e compromete o sistema nervoso central. O dano gera interferências na transmissão dos impulsos elétricos que controlam as funções do organismo e diversas consequências para os pacientes, como alterações na visão, no equilíbrio e na capacidade muscular.

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20 de novembro de 2020
Saúde

Covid-19: Primeiro lote da vacina CoronaVac chega ao Brasil

Foto: Reprodução/ Jovem Pan

O governo do estado de São Paulo recebeu na manhã desta quinta-feira (19) as 120 mil primeiras doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19. O material foi importado da China e desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com informações do G1, a CoronaVac é uma das quatro candidatas a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) que estão sendo testadas no Brasil. O governo de São Paulo firmou acordo para a compra de 46 milhões de doses e para a transferência de tecnologia para o Instituto Butantan. Para ser aplicada na população, a vacina ainda precisa ser autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso só pode ocorrer após a conclusão da realização de testes. Atualmente, a CoronaVac está na terceira e última fase de testes, quando é avaliada em humanos. Não há ainda, no entanto, estudos conclusivos sobre a fase 3 dos testes.


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19 de novembro de 2020
Saúde

Covid-19: Anvisa publica instrução que busca acelerar registro de vacinas

Foto: Reprodução

Publicada nesta quarta-feira (18), no Diário Oficial da União (DOU), a Instrução Normativa nº 77 tem como objetivo acelerar a disponibilização à população brasileira de registros de vacinas contra a Covid-19. Mas, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a medida só terá efeito se demonstradas qualidade, segurança e eficácia, conforme os requerimentos técnicos e regulatórios vigentes. O documento dispõe sobre o procedimento de submissão contínua de dados técnicos para o registro de vacinas contra o coronavírus. Na prática, permite a otimização da força de trabalho da Agência. Ou seja, à medida que os dados técnicos das vacinas forem sendo gerados e apresentados, a Anvisa vai trabalhando no aditamento das informações. Dessa forma, não será preciso, portanto, esperar a conclusão dos estudos para enviar os dados ao órgão regulador federal. Vale destacar, no entanto, que esse procedimento valerá somente para as vacinas de Covid que estiverem em fase 3 de desenvolvimento clínico. Segundo a norma publicada no Diário Oficial da União, a cada protocolo de aditamento de dados referentes à vacina, a Anvisa analisará a documentação em até 20 dias, contados a partir da data do protocolo. A empresa somente poderá protocolar um novo aditamento após a conclusão do mesmo tipo anterior. A empresa será comunicada por ofício sobre a conclusão da análise de cada aditamento.


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18 de novembro de 2020
Saúde

Reino Unido espera distribuir vacina contra Covid-19 antes do Natal

Foto: Reprodução

O Reino Unido espera começar a distribuir a vacina da Pfizer contra a covid-19 pouco antes do Natal, se ela for declarada segura e eficaz, disse o ministro da Saúde Matt Hancock nesta segunda-feira, 16. De acordo com informações do Portal Terra, o ministro declarou durante entrevista que “Estamos trabalhando em estreita colaboração com a empresa. Estaremos prontos para lançá-la assim que chegar, estaremos prontos a partir do início de dezembro (…), mas o mais provável é que possamos começar a distribuí-la antes do Natal”, disse ele à BBC TV. Questionado sobre quantas doses da vacina o Reino Unido precisaria, ele disse que isso depende de sua eficácia na prevenção da doença.


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13 de novembro de 2020
Notícias

Covid-19: Vacina própria da Fiocruz pode ter testes clínicos em 2021

Foto: Josué Damacena (IOC/Fiocruz)

Enquanto se prepara para produzir a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) trabalha em projetos próprios de imunizantes que podem chegar a testes em humanos em 2021. Caso esses experimentos tenham resultados positivos ao longo do ano que vem, a expectativa é que uma dessas vacinas esteja disponível em 2022. De acordo com informações da Agência Brasil, As duas iniciativas em desenvolvimento são do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) e usam plataformas tecnológicas pioneiras. Segundo o vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Sotiris Missailidis, ambas estão em testes pré-clínicos, em laboratório, e devem passar por uma nova etapa de testes em animais conhecida como “estudo de desafio”. As vacinas já foram aprovadas na fase de imunogenicidade e toxicidade em animais, o que significa que produziram resposta imune sem prejudicar a saúde das cobaias. No próximo passo, os pesquisadores vão conferir como cobaias vacinadas responderão à exposição ao SARS-CoV-2. Por envolver o vírus em condições de causar infecção, o teste aguardava disponibilidade de laboratório um biossegurança elevada (NB3) e está programado para ocorrer ainda neste mês. “Essas duas abordagens que a gente está utilizando não competem com as linhas de produção que vamos usar para a AstraZeneca. Então, potencialmente, poderíamos oferecer as duas ao mesmo tempo, o que oferece uma soberania nacional”, avalia Missailidis. Ele explica que Bio-Manguinhos vai escolher qual das duas propostas de vacina é mais promissora para seguir para os testes clínicos no ano que vem.


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12 de novembro de 2020
Brasil

Mais de 5 milhões de brasileiros já se recuperaram da Covid-19

O Brasil já registra mais de 5 milhões de pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com o coronavírus já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (364.575), que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a maioria do total de registros acumulados. Com relação ao total de diagnósticos, o Brasil acumula 5.664.115 casos, sendo que 10.554 foram confirmados nas últimas 24 horas. Ao todo, 162.397 pessoas morreram por coronavírus no país. O Ministério da Saúde tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.


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11 de novembro de 2020
Saúde

Covid-19: Anvisa mantém suspensão de testes da CoronaVac no país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão dos testes de estudo clínico da vacina CoronaVac. A suspensão ocorreu por causa de um “evento adverso grave” ocorrido. De acordo com o presidente da agência reguladora, Antônio Barra, a decisão foi tomada pela área técnica da Anvisa a partir de informações encaminhadas ao órgão pelo Instituto Butantan, laboratório que conduz os estudos no Brasil. Ainda não há previsão de retomada dos testes. De acordo com informações da Agência Brasil, as informações foram recebidas e analisadas pela gerência-geral de medicamentos da Anvisa, responsável por acompanhar os testes. Em coletiva de imprensa realizada hoje (10) sobre o assunto, Barra disse que a agência seguiu o que está previsto nos protocolos de Boas Práticas Clínicas para este tipo de procedimento. “Quando temos eventos adversos não esperados, aqueles que no primeiro momento não conseguimos estabelecer uma correlação, a sequência de eventos é uma só: a interrupção do estudo”, disse Barra. “O protocolo manda que seja feita a interrupção do teste e se nós não o fazemos, a responsabilidade obviamente é nossa diante da repetição desse mesmo evento”, afirmou Barra. “Todos nós aqui queremos ter a saúde resguardada e quando estamos falando de uma vacina para o enfrentamento de uma doença nova não há, de fato, a menor possibilidade de dúvida. Quando a informação não nos da segurança para seguir, isso [a suspensão] é previsto em protocolos internacionais”, afirmou Alessandra Bastos, diretora de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (DSNVS).

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10 de novembro de 2020
Saúde

Covid-19: Vacina da Pfizer é 90% eficaz e pode ficar pronta em 2020

Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (09), a farmacêutica americana Pfizer divulgou novos resultados da última fase de testes de sua vacina contra o novo coronavírus, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech. De acordo com informações do Exame, segundo a companhia, a vacina experimental se mostrou mais do que 90% eficaz em participantes que não tiveram infecções pela covid-19 depois de uma semana da administração da segunda dose necessária da imunização. A análise da farmacêutica avaliou que 94 dos 43.538 voluntários que participam dos testes foram infectados pela doença. São necessários 164 casos confirmados para caracterizar a vacina como totalmente funcional. A expectativa da Pfizer é pedir uma aprovação emergencial ao Food and Drug Administration (o FDA, espécie de Anvisa americana) na terceira semana deste mês.


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